segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Curtas e Grossas - 13 de Setembro

 

 

* Douglas do Corínthians, repetiu a bobagem que há pelo menos dez anos eu vejo no futebol: não comemorar gol marcado contra ex-time.
No caso dele, com um agravante: tal como Fred contra o Cruzeiro ano passado, assim que a bola entrou iniciou um chilique pedindo que nenhum jogador de seu time o tocasse, para que não fosse configurada uma comemoração.
No dia que um dirigente firme, punir um jogador que cometa tal asneira por desrespeitar seu atual clube, talvez isso tenda a acabar.

LOMBA
* Ainda há alguns que se mostram resistentes a admitir que Marcelo Lomba é um bom goleiro. Porque é isto que ele é no momento. Se jogasse o que vem jogando há anos, diria que é um excelente goleiro. Mas é necessário cautela, o que é diferente de ignorar o valor de suas atuações. Se falhou em dois gols recentemente, salvou o time num número muito maior de vezes. É inegavelmente uma gratíssima surpresa.

CENI
* Deixando de lado o cobrador de faltas estupendo que é, Rogério Ceni está distante de ser um atleta que admiro. E por mais que um jogador que tenha seu currículo e sua idade possa ter muito mais direito de uma tentativa de "ser diferente" que um Diego Maurício da vida com suas trancinhas, é impossível não achar algo extremamente dispensável o inútil Zero que antecede o número Um em suas costas. Todos os goleiros são os números Um de seus times. Menos Rogério, ele é o 01. Haja saco, e salve Mílton Leite.
http://www.youtube.com/watch?v=jO7S3reJnyE

HINO
* E por falar em coisas inúteis, nada mais simbólico que o cansativo e inconveniente hino nacional antes de cada jogo em São Paulo, Goiás, Paraná e outros estados cujos legisladores fingem não ter coisa mais importante pra fazer que inventar uma lei como essa. Atrapalha o aquecimento dos jogadores e não tem sentido algum. Não é jogo da seleção brasileira, não é dia da independência nem nada parecido. E o pior, ninguém reclama, sequer discute.


VALDÍVIA
* Já me enganei com vários jogadores que em início de carreira ou, que ainda não conhecia, tachei de limitados tecnicamente, ou apenas superestimados pela mídia. Citarei dois: Kaká e Emerson (Fluminense).
Há um porém que está bem distante de sofrer tal mudança na análise por mim realizada. Valdívia. Jogador que parece, parece mesmo ser acima da média, cabelo grande, gingado diferente, mas...
Mas raramente desequilibra um jogo, raramente tem numa sequência de jogos em que desequilibra, raramente faz gol... No atual campeonato por exemplo, em sete jogos, nenhum gol, nenhuma assistência, um chute na direção do gol e finalmente um número chamativo, vinte e oito faltas sofridas. Isso mesmo, Valdívia
não é o "craque" dos gols bonitos como Dodô, dos gols feios como Dadá Maravilha ou das assistências como Dario Conca. Valdívia é o "craque" das faltas sofridas. Realmente, há de ser mago para se tornar craque, ídolo ou coisa que o valha tendo como grande característica sofrer faltas.
Não à toa, é companheiro do bizarro Fierro do Flamengo na seleção chilena.
No banco de reservas, só pra esclarecer.

NEYMAR
* "Neymar tem psicólogo há um ano" afirma pai.
Das duas uma, ou ele é muito bom, ou o psicólogo é muito ruím. 
 

2 comentários:

Gabriel disse...

Olha, apesar de não entender nada de futebol, gostaria de comentar apenas que o Valdivia também não é nenhum perna-de-pau. Já teve seus momentos, é só puxar um pouco a memória.

Sobre o Sheik, acho que naquela vinda para o Mengão, assim que ele chegou, você não era o único a não dar nada por ele. A época, foi uma grata surpresa, lembra? Mostrou-se um jogador com muitas qualidades. Pena que desta vez o Mengão papou mosca e acabou com essas porcarias de D2. Abs.

R. Carvalho disse...

não, perna de pau seria um exagero enorme.
mas acho ele muito elogiado pelo pouco que produz.
já o emerson, o problema é que mesmo depois dele estrear, por alguns jogos achava ele ainda bem fraquinho...

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